Uma janela para o multiverso

[ Luiz Guimarães Gomes de Sá]

Através da ciência tomamos conhecimento das várias dimensões dos mundos que hoje vários cientistas denominam de “multiverso”.

Nossa concepção ainda de pouco alcance nos revela que somos inscientes para entendermos a grandeza de tudo que a Divindade criou com a sua inesgotável Sabedoria.

Estando a Doutrina Espírita embasada na trilogia Ciência, Filosofia e Religião , entendimentos abrangentes de fatos que se elucidam, esclarecem, consolam e nos impulsiona para a almejada redenção.

Com o estudo vamos a cada dia dissipando dúvidas e questionamentos que sempre nos assolaram durante toda a vida. O pilar de sustentação cientifica que tem sua base nas experiências inquestionáveis ao longo dos tempos dã o espaço para que os preceitos filosóficos e religiosos, segundo a Palavra de Jesu s, oportunizem o convencimento das Verdades absolutas anunciadas por Ele.

O ser humano nada mais é do que uma “ janela ” aberta para receber as influências do mundos dando vez para que o Espírito interaja com o s inúmeros fenômenos e vibrações que emanam do espaço infinito.

É por essa “ janela ” que ele viaja através das atmosferas externas libertando-se do corpo físico quando em repouso. As incursões empreendidas no espaço sem limites servem para que ele adquira novas experiências fora do cár cere corpóreo que o aprisiona.

Essa evolução é constante em respeito à lei do progresso que todos nós deveremos cumprir. A existência da vida terrena corresponde a um “ estágio ” na extensa caminhada que empreendemos e após cada período, deveremos refazer-nos do dédalo de sentimentos aflitivos buscando a correção de rumos e ajustes diante dos equívocos cometidos em vidas passadas. A morte do corpo físico é o “ passaporte ” para a nova empreitada que após um tempo na intermissão, o Espírito retorna para novas experiências e consequente crescimento na escala evolutiva.

 

Em João 14:1-3, temos a palavra de Jesus:”… na casa do Pai tem muitas moradas” . Hoje a Ciência nos confirma a extraordinária quantidade de “mundos” que existe. Se assim não entendêssemos, estaríamos subestimando a Sabedoria Divina, já que teríamos um Cosmo imenso e ocioso… Para que então o Criado r iria realizar um feito dessa magnitude? Onde estaria a lógica do custo/benefício ? E como admitir a lei do progresso com algo tão expressivo na dimensão, mas sem utilid ade alguma? E mais: por que nós teríamos que progredir com um exemplo dessa naturez a partindo da Sabedoria Suprema?

Essa visão mais ampla e racional remove dúvidas e fortalece nossa Fé em tudo que Ele fez, disse e deixou como exemplo. Cabe a nós como E spíritos em constante estado evolutivo concebermos essa Verdade e prosseguir a  viagem que nos propusemos realizar pelo tempo que se fizer necessário para no ssa purificação…

Luiz Guimarães Gomes de Sá Trabalhador do Centro Espírita Caminhando Para Jesus

 


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