Espiritualidade pode influenciar no enfrentamento de doenças graves

Ouça a entrevista da professora Marysia Prado de Carlo, da USP.

A ciência tem reconhecido e apoiado cada vez mais essas atividades no enfrentamento de doenças fatais

Por Flavia Coltri

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Ser diagnosticado com uma doença grave, que muitas vezes ameaça a vida, é uma situação bastante difícil para os pacientes, seus familiares e entes queridos.

A espiritualidade e os cuidados paliativos nesses momentos têm grande influência para que haja diminuição do sofrimento, entendimento e ressignificação dos fatos.

A professora Marysia Prado de Carlo, tutora da Liga de Espiritualidade em Saúde e Cuidados Paliativos, formada por estudantes do curso de Terapia Ocupacional da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, destaca que espiritualidade e religiosidade são diferentes.

Apesar de igualmente importantes, a espiritualidade, sobretudo nesses casos, é mais abrangente e está diretamente relacionada com a busca pelo sentido da vida, mesmo que o paciente não apresente uma religião definida.

“A área da saúde e a ciência, cada dia mais, reconhecem e valorizam os benefícios da espiritualidade e dos cuidados paliativos no tratamento de doenças graves, tanto para os enfermos como para seus familiares”, afirma a professora.

Publicada originalmente no Jornal da USP


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